A Núria e o Lucas são casados, meus colegas de trabalho, e vivem em Torres Vedras. Eles vivem todos os anos intensamente o período do Carnaval, pelas tradições desta cidade, e adoram participar nesta festa.
Todos os anos, eles desafiam os colegas para se juntarem a eles, e participar no concurso de grupos mascarados, que decorre todos os anos, na noite de sábado. Eles decidiam sempre qual seria o disfarce, para formarmos um grupo uniforme. No ano passado, fomos todos mascarados de monstros, e este ano foi decidido que regressaríamos à “Roma antiga”, apenas com uma toga vestida.
Como nos vestimos? Com uns lençóis velhos brancos enrolados ao corpo. Foi giro, éramos seis pessoas, o casal anfitrião, eu, o Afonso, a Carina e a Vanda. O concurso decorria durante a noite, mas o nosso encontro, no apartamento da Núria e do Lucas, para preparar os disfarces, foi a meio da tarde.
Estávamos todos animados e divertidos, a sentir o espírito do Carnaval, e quando colocávamos a coroa de louros na cabeça, o Afonso lançou a ideia: “para a máscara ficar mais real, deveríamos também tirar a roupa interior… ficávamos todos mais naturais…” Porque não experimentar? Aceitamos o desafio, mas ver aqueles lençóis enrolados nos corpos das mulheres, definindo bem alguns pormenores, deixando o peito bem destacado, originou uma reacção em simultâneo dos três homens, e uma gargalhada colectiva de todos. Nós coramos…
O que é certo, é que o volume debaixo daquele tecido branco, também originou curiosidade naquelas mulheres. A Núria espontaneamente dirigiu-se ao Lucas dizendo às outras mulheres: “estão a olhar para aqui, mas quem mexe sou eu…” E mexeu, ela mexeu, apertou, e acabou por desviar aquele tecido branco, ficando bem visível a excitação do Lucas. O ambiente ficou tenso… e aquele momento despertou a imaginação de todos. Desconfio que todos pensavam no mesmo. Sexo. Sexo. Sexo.
A Vanda disse à Núria: “vais só mexer, ou vais usar?” Aquela frase, mais do que uma pergunta, foi um desafio, que Núria aceitou, ao lamber, e a colocar tudo na boca. Uhhh, aquilo excitou-nos ainda mais, e foi o momento em que se criaram mais dois casais, a Vanda veio agarrar-me, e a Carina agarrou o Afonso. Nunca tinha vivido nada semelhante, mas foi excelente, todos a serem chupados e lambidos em simultâneo.
Aqueles lençóis facilmente saíram dos nossos corpos, e acabamos por ficar todos nus. Seguindo o comportamento dos anfitriões da festa, todas as mulheres ficaram deitadas de barriga para cima, lado a lado, e as nossas línguas masculinas iniciaram, em simultâneo, um movimento atrevido de prazer. Foi tão bom lamber e ouvir o barulho das línguas dos outros homens ao mesmo tempo.
Depois de tudo bem lambido, começou a loucura… pois elas em vez de sentir as nossas línguas, sentiram algo bem viril, a entrar dentro do seu corpo. As três foram penetradas, ali, lado-a-lado. “Ver, fazer e ser visto”… era isto que estava a aumentar o prazer de todos… Conseguimos encarnar o verdadeiro espírito de Calígula…
Mas tudo se tornou ainda mais saboroso, quando os casais iniciais se desfizeram, e começou a acontecer trocas. A Núria por ser casada, era a mais desejada pelos homens, mas todos a provamos, aliás todos nos provamos. Todas as mulheres sentiram todos os homens dentro de si. A promiscuidade da troca e a utilização do corpo como simples objecto de prazer, tornou o momento muito excitante.
Eu nunca tinha estado assim dentro de três mulheres, de forma consecutiva, e nenhuma delas tinha alternado assim a presença de vários homens dentro do seu corpo. Foi uma orgia romana, em que todos desfrutamos intensamente. Como ficaríamos na segunda-feira quando regressássemos ao trabalho? Não será estranho?
O que é certo, é que fomos para o concurso divertidíssimos, e ninguém à nossa volta imaginava o que tínhamos acabado de viver… e quando olhávamos para os outros grupos pensávamos: “Será que eles também…lol ”







