Requinte da Vizinha

O Eduardo foi o escolhido para representar a empresa durante dois meses num projecto importante no Japão. Nós para além de colegas de trabalho, éramos vizinhos, vivíamos no mesmo condomínio e tínhamos uma relação de grande amizade. Esta oportunidade não veio na melhor altura porque ele tinha oficializado a sua relação com a Mónica muito recentemente.

Alguns dias depois de ele ter partido, cruzei-me com a Mónica no elevador e ela pediu-me se eu não poderia ir lá a casa para perceber o que se passava no PC porque não estava a funcionar, nenhum homem consegue se negar aquela mulher e eu disponibilizei-me de imediato e combinei que depois de jantar passava por lá.

Quando lá cheguei encontrei um ambiente escuro, perfumado e aquela mulher linda com um roupão de cetim negro. Dirigi-me ao computador com o coração demasiado acelerado e apertado, tinha de sair dali rapidamente, estava como medo de não me controlar, e em 10 minutos consegui resolver o problema e saí. No dia seguinte, voltei a encontra-la novamente no elevador e ela pediu-me para voltar lá porque não conseguia ver TV. Devo confessar que tremi, mas não consegui dizer que não.

Desta vez optei por ir antes de jantar e quando cheguei deparei-me com uma mesa para dois, uma garrafa de vinho branco na mesa, música ambiente e velas. Ela estava linda, deslumbrante, com um vestido cumprido vermelho e extremamente bem maquilhada. Aquela mulher transpirava requinte. Estava com uma terrível vontade de a beijar. Verifiquei que se tratava de um mau contacto no fio da antena e mais uma vez sai rapidamente. Nessa noite não conseguia tirar a imagem daquela mulher da cabeça e arranjei uma desculpa para lá voltar.

Quando lá cheguei, ela atendeu-me com uma toalha enrolada no corpo, cabelo molhado e com um cheiro doce de quem tinha saído do banho. Convidou-me para entrar, fui à sala verificar se já estava tudo certo com a TV (eu já sabia que estava). Ela foi comigo, inclinou-se sobre a mesa da sala para ler uma revista e deixou exposta um vista sobre as suas belas coxas…

Não resisti. Tive um terrível impulso. Encostei a minha tesão, ainda presa dentro das calças, aquele terrível rabo e sussurrei-lhe ao ouvido: -Desculpa, mas não te consigo resistir… "Então não resistas", disse-me ela prontamente e sem hesitações.

Ela fez com que a tolha escorregasse no seu corpo, e sem sequer olhar para trás, ainda se inclinou mais sobre a mesa, expondo o seu rabo só para mim. Sem lhe pedir autorização, penetrei-a bem fundo… mas ela sussurrou-me mais uma vez: “-aí é só para o meu marido. Tira. Quero no rabo.” Fiz-lhe a vontade. Era a primeira vez que o ia fazer. Puxei as suas ancas contra o meu corpo, com força, enquanto conseguia sentir todo o seu calor, e a sua humidade a transbordar, e a deslizar-lhe pelas coxas. Sentia-se escorrer. Ela pediu que não tivesse pena dela, e que fosse forte, intenso, bruto. Eu correspondi com o meu melhor.

Acabei por depositar todo o meu líquido quente dentro dela, enquanto ela atingiu o prazer com a ajuda da própria mão, a tocar nos sítios que mais lhe davam prazer. Toda aquela mistura de tesão escorria nas suas pernas. Até o Eduardo voltar do Japão, aquela sala foi um centro de pecado, com uma mulher requintada, ousada e temivelmente excitante, que mantinha a zona mais ousada do seu corpo reservada para o marido.

Foto: Vincent Besnault (Corbis.com)

A Filha da Porteira

Eu tinha viajado para Londres, com o objectivo de fechar um negócio muito importante para a empresa, e desse modo, deixei a chave de minha casa entregue à D. Inácia, a porteira do prédio.

Sempre que fazia viagens demoradas, entregava-lhe sempre uma cópia das chaves, para ela poder dar de comer, aos meus dois pássaros exóticos, que eu tinha trazido de uma viagem que tinha feito à Ásia.

No entanto, as coisas correram-me de feição, em Terras de Sua Majestade, e como consegui fechar o negócio antes do tempo previsto, consegui antecipar o regresso a casa em dois dias.

Quando cheguei a casa, reparei que a porta estava só encostada. Entrei silenciosamente, pois provavelmente seria a D. Inácia, mas receei que se tratasse de ladrões. Passo entre passo fui ate à sala, de onde ouvia alguns ruídos, que me parecia sair do sistema de som do meu Plasma. Quando cheguei à porta da sala, espreitei, e para meu espanto, vejo a Sílvia, a filha da porteira, 18 anos, uma jovem irreverente, com um piercing no rosto, duas tatuagens bastante exuberantes nos braços, e um corpo que nunca me deixou indiferente.

Ela estava deitada no meu sofá, a desfrutar de um filme da minha colecção privada, e logo o meu preferido. Mas não se tratava de um filme qualquer, pois eu era um admirador e coleccionador de filmes para adultos. Fiquei calado à entrada da sala, a usufruir daquele espectáculo. Não queria perder um momento que fosse, do que se estava ali a passar no meu sofá.

No ecrã, a brasileira Mônica Mattos, fazia tudo o que ela tão bem sabia fazer, e no meu sofá, Sílvia usufruía do seu corpo, embalada com o ritmo frenético das imagens da TV. Os sons que pairava no ar era um misto de gemidos mais fortes oriundos do filme, com o som perceptível dos dedos da Sílvia a entrarem dentro do seu corpo.

Eu infelizmente, não estava numa posição que conseguisse ter uma visão completa do seu corpo, mas o som e o cheiro que sentia, deixavam-me em transe. Sentia a inquietação daquele corpo. O meu coração estava a rebentar. De repente, vejo ela tirar de cima da minha mesa, uma das minhas canetas de colecção.

Percorreu o corpo com ela, até se penetrar. Certamente, queria sentir algo dentro de si, que não fosse os seus dedos.

Ela variava o ritmo a seu belo prazer, por vezes penetrava se bem calmamente, outras vezes fazia o de um modo bastante rápido. Senti que ela atingia o seu prazer máximo, mas mesmo assim não parava, procurava sempre mais.

Eu já me encontrava num ponto de excitação insustentável. Mesmo por cima do tecido das calças do meu fato, sentia a minha dureza e apertava-a. Toda aquela mistura de sensações, provocou em mim um intenso momento de prazer, mesmo não sendo necessário retirar nenhuma peça de roupa, ou me tocar directamente. No meu sofá, a Sílvia parecia que estava finalmente satisfeita. Voltou a vestir as suas cuecas negras, colocou os seus braços tatuados sobre o seu corpo e adormeceu profundamente.

Nunca mais consegui olhar da cara daquela jovem rebelde, sem que não me viesse à cabeça um momento tão erótico.

Foto: Peter M. Fisher (Corbis.com)

Diferente Sensação

Sempre foi um assunto tabu, com todas as mulheres com quem me relacionei, e eu respeitava isso. No entanto era uma experiencia que eu ansiava viver, gostava de experimentar, nem que fosse apenas uma vez na minha vida.

Sempre que este assunto vinha à baila com os meus amigos, eles diziam sempre que as namoradas deles adoravam, e eu ficava sempre cheio de inveja. Não sei se eles tinham realmente muita sorte, ou mentiam para se destacarem.

Nessa altura, andava a viver uma relação “cor-de-rosa” com a Mafalda, nada de muito sério, mas passávamos os dois momentos muito divertidos, e sempre muito saborosos. Os nossos encontros eram normalmente no carro, numa pensão na zona da baixa, em Lisboa, ou então nas casas dos nossos pais, quando tínhamos hipótese de estar sozinhos. Num dos nossos encontros, tentei a minha sorte, e perguntei à Mafalda se ela queria que eu mudasse o local onde a estava a penetrar. Naquele momento, ela disse que não, mas no final, aquilo foi tema para uma reflexão sobre o assunto.

Depois de conversar durante algum tempo, a Mafalda aceitou o meu pedido, mas impondo uma condição. Ela fazia-me exactamente o mesmo. Ela não se importava de experimentar, mas eu tinha de sentir exactamente as mesmas sensações que ela, até porque um homem pode ser penetrado exactamente no mesmo local, com a mesma força e com a mesma intensidade.

No fim-de-semana seguinte, depois de termos ido jantar a um restaurante italiano, decidi que desta vez o nosso encontro ia ser num sítio com mais qualidade, e por isso aluguei um quarto num hotel, mesmo no centro da cidade. Informei-me e levei todo o tipo de lubrificantes, para que tudo fosse confortável. O nosso momento de prazer começou como todas as outras, sempre muito calmo, saboroso e profundo.

Até que a Mafalda pede-me para mudar o sítio da penetração. Lubrifiquei bem o local, ela colocou-se na posição que lhe parecia mais confortável, e eu sem forçar, e com toda a calma do mundo, comecei a entrar dentro daquela zona do corpo de uma mulher, totalmente desconhecida para mim.

Estava a ser diferente. Era muito mais apertado e faltava a lubrificação natural. A Mafalda gemia, até porque também estava ser uma novidade para ela. Eu não conseguia perceber se aqueles gemidos eram de dor ou de prazer, mas ela mandava-me continuar. Eu obedecendo às ordens dela, aumentei o meu ritmo, e quando ela sentiu que não conseguiria resistir muito mais tempo, mandou me parar.

Chegou o momento de invertemos os papéis. A Mafalda mandou-me colocar exactamente na mesma posição em que eu estava, e colocou um Strap-on, um cinto com um membro masculino bem dimensionado. Ela primeiro colocou-se à minha frente, e obrigou-me a lambe-lhe, a chupa-lo e a coloca-lo todo na boca, enquanto ela me puxava o cabelo, e me puxava a cabeça, garantido a penetração total, quase até a minha garganta. Eu estava a sentir na pele, a sensação de ser mulher. De seguida, ela fez com que eu ficasse bem exposta para ela, e penetrou-me, exactamente da mesma maneira que eu lhe tinha feito.

Que estranha sensação. Eu não conseguia saber se era dor ou prazer, mas aquilo estava-me a deixar muito duro e excitado. Ela penetrava-me cada vez com mais força e puxava me o cabelo. O que a certo, é que aquela penetração dentro do meu corpo, fez com que eu atingisse um orgasmo invulgar. Foi uma sensação muito diferente, mas saborosa. Ela delirou que sentiu que me tinha levado ao prazer daquela forma. Depois daquela noite, repetimos diversas vezes, este momento de prazer. Era um segredo só nosso.

Foto: Adrianna Williams (Corbis.com)

Almoço Surpresa

Aquela manhã de trabalho tinha sido terrível, pois tinha tido duas reuniões com os principais accionistas da empresa, e eles exigiram que os nossos resultados aumentassem, não aceitado a desculpa da crise, e pedindo que eu providenciasse uma redução de pessoal. Para mim é um tema terrível, pois não gosto de despedir ninguém, pois sei que o dinheiro faz falta a toda a gente. Fiquei num terrível estado de nervos, e cheio de vontade de ser eu a despedir-me, para não ter de despedir ninguém.

No entanto, nesse dia nem tudo foi mau, pois ao meio-dia, recebi um telefonema da recepção, a dizer que a Marta estava à minha espera para almoçar. Fiquei surpreso, pois não tinha combinado nada com ela, e a empresa onde ela estava a trabalhar era no lado oposto da cidade.

Quando desci até a entrada principal do edifício, dei-lhe um beijo, e mostrei-lhe que estava surpreso com a presença dela, mas ela disse-me que tinha uma surpresa para mim. Entrei no carro, e seguimos até à zona mais antiga da cidade. Estacionou e levou-me até à rua de maior movimento da cidade.

Mais ao menos a meio da rua, junto a um restaurante chinês, entramos num prédio antigo, subimos até ao 2º andar. Era uma pensão antiga para onde ela me estava a levar. Ela tinha feito a reserva de um quarto, entramos, e ela disse: - Vamos aproveitar, apenas tenho 40 minutos, depois tenho de voltar para o trabalho.

Depois de uma manhã terrível, a Marta, fez-me esta doce surpresa. Íamos reviver os nossos primeiros encontros íntimos, que aconteceram também em pensões baratas. Para pouparmos tempo, fomos directo ao assunto, pois todo aquele ambiente de encontro inesperado, numa pensão de duas estrelas, criou o desejo suficiente para os nossos dois corpos, se tornassem num só.

Sem direito a preliminares, pois o tempo era pouco, retiramos apenas a roupa necessária para saborear aquele “almoço surpresa”. Entrei dentro do corpo dela como se da primeira vez se tratasse, pois sempre que estávamos juntos gostávamos de saborear o momento, e fazíamos o nosso prazer se prologar por muito tempo.

Hoje, tudo tinha de ser rápido, e foi. Entrei dentro dela, e desde o inicio impus um ritmo forte e intenso. Senti que ela gostava desta forma vigorosa, muito diferente do nosso modo habitual relaxado, pausado e quase sempre tântrico.

Ela virou-se, deitou-me em cima da cama, e sentou-se em cima de mim. Quis ser ela a mandar, a coordenar e a impor o ritmo. E que ritmo forte. Ela saltava e pulava, fazendo com que eu quase saísse de dentro dela, mas logo de seguida a preenchesse por completo, de uma forma profunda e intensa.

Pouco minutos depois, ela pediu-me que eu abocanhasse o seu peito, e que chupasse aqueles duros biquinhos, enquanto dela dava os últimos impulsos comigo dentro dela. Ela adorava sentir o meu prazer, com a minha boca no seu peito. Foi tão saboroso aquele momento de amantes, num ambiente diferente do habitual, e até de certa forma devasso, numa cama onde passavam muitos casais.

O nosso tempo estava a acabar, arranjamos rapidamente e saímos, e reparamos que na entrada da pensão já estava um casal à espera que nós libertássemos o quarto, para eles também poderem ter o seu momento de amor e de prazer.

Esta rapidinha, foi realmente uma grande surpresa que a Marta me fez, e teve um sabor muito especial para os dois, e naquela tarde, consegui arranjar um plano para a empresa, onde não foi necessário despedir ninguém. Aquela hora de almoço fez luz na minha cabeça e foi prazer redobrado.

Foto: Ole Graf (Corbis.com)

Agendamento de Novembro

As folhas das árvores caíram no teu corpo, mas não te preocupes, pois corro na tua direcção, e ficarei eu sobre a tua doce e saborosa pele, para saborear os fantásticos sabores do Outono... Como deves ter reparado, este mês reeditei uma historia de 2007, e nos dois próximos meses isso irá se repetir...
Aqui fica a programação das historias do mês de Novembro:
Dia 01 - Almoço Surpresa
- A hora da refeição, num dia de trabalho, pode usada para muitas coisas diferentes de um simples almoço (nova)
Dia 06 - Diferentes Sensações
- Era algo que eu nunca tinha feito, e que tinha o desejo secreto de realizar, e finalmente encontrei uma mulher disposta em me satisfazer, mas ela quis contrapartidas... (nova)
Dia 13 - Filha da Porteira
- Deixar as chaves da minha casa com a porteira, deu origem a um momento secreto e muito interessante... (reeditada)
Dia 20 - Reedição 2007
Enquanto se aguarda pelas novas história, continua a comentar as mais antigas. Seja positivo ou negativo, é sempre bom receber a opinião de quem lê as histórias. Este blog é alimentado com os teus comentários...

Sushi Erótico

Tínhamos convidado a Gisela e o Filipe para ir jantar lá a casa no Sábado à noite e para ser diferente decidimos fazer uma coisa diferente. Decoramos a sala com um ambiente japonês e compramos para a refeição Sushi, Sashimi e Wasabi. Quisemos fazer uma coisa diferente.

O Filipe chegou primeiro e adorou a ideia, pediu desculpa mas a Gisela estava atrasada e que ía chegar um pouco mais tarde.

Decidimos então ir até à Internet para descobrir mais algumas curiosidades sobre o Japão para melhorar ainda mais o ambiente. Começamos a ver alguns pormenores e descobrimos que havia alguns restaurantes que ofereciam “Sushi Erótico”, onde a refeição é servida em cima de uma modelo nua.

O Filipe olhou para mim com um olhar malicioso, tinha-lhe agradado a ideia. Nesse momento a Marta corou e tentou mudar a conversa desse assunto mas o Filipe insistiu. Eu percebi que ela estava louca por experimentar e numa troca de olhares silenciosa ela quase me pediu permissão, eu entendi a mensagem e acenei-lhe afirmativamente com a cabeça.

Fomos então para a sala, e com a minha ajuda ela despiu-se toda e deitou-se em cima da mesa da sala com a barriga para cima. Fui à cozinha buscar a comida e colocamos no corpo dela. Liguei no sistema de som um CD de música Japonesa que tinha comprado durante a tarde e decidimos começar a refeição. Começamos então a espalhar os molhos e a comida no corpo dela, e começamos a comer sem utilizar talheres. Aproveitávamos e íamos lambendo o seu corpo.

A sua barriga, os seus peitos. O Filipe fez-lhe então cair sobre um umbigo um fio de molho Teriyaki frio, e ela arrepiou-se. Mas o molho acabou por ser demasiado e escorreu para o vale entre as suas pernas. A Marta quando sentiu aquele frio a descer pelo seu corpo, afastou as pernas quase que a convidar o Filipe a recolher com a língua todo o molho em excesso.

Ele percebeu a mensagem, e fez-lhe a vontade, bem devagar, recolheu tudo. Eu também já sem roupa, coloquei um pouco do mesmo molho no meu membro duro e dei-lhe a provar, e ela saboreou tudo, mesmo tudo, ficando com a boca bem cheia.

O ambiente ficou demasiado quente, e eu e o Filipe já nos tínhamos esquecido da comida. Acabamos por virar o corpo da Marta de barriga para baixo, e ela empinou bem o rabinho para o Filipe, enquanto me lambuzava e me chupava.

Já conhecia a Marta a alguns anos e nunca lhe tinha visto os olhos a brilhar daquela maneira. Estava com um olhar de prazer, de satisfação, estávamos a entrar nos desejos mais ocultos daquela mulher. Provavelmente algo que ela já tinha sonhado e que tinha vergonha de confessar.

E com um ambiente tão oriental e com tudo o que estava em jogo, eu e o Filipe estávamos na eminência de chegar ao final das nossas capacidades, não tínhamos como aguentar muito mais tempo.

O Filipe foi o primeiro a dar-lhe o que ela nos estava a pedir, e depositou tudo bem fundo, dentro dela, enquanto ela saboreava tudo o que eu lhe tinha dado até à última gota, e logo de seguida, tocou a campainha. Era a Gisela…

Foto: Tiffany Schoepp (Corbis.com)

Sem Toque

A Joana era uma das miúdas mais giras da escola, mas os rapazes não se interessavam por ela, pois ela apregoava aos quatro cantos, que queria se casar virgem. Visto que a grande maioria dos jovens já tinham iniciado a sua vida sexual, isto era sem duvida, um bom pretexto para afastar de si, todos os rapazes que só querem sexo. Eu não considerava isso fundamental, e acha a Joana uma miúda fantástica. Ela era a melhor aluna da turma, e sonha ser médica, tal como a mãe e pai.

Nós os dois ganhamos uma grande afinidade, e acabamos por começar a namorar. A nossa relação foi se desenvolvendo, mas eu nunca fiz qualquer pressão para obrigar a fazer o que ela não queria, no entanto sentia que ela estava cada vez mais curiosa, relativamente a tudo o que era relacionado com sexo. Nos nosso beijos mais demorados, a sua mão procurava mais no meu corpo, parecia que ela queria ir mais longe.

Todas as noites antes de dormir, eu fazia questão de lhe ligar para lhe desejar uma boa noite, e para lhe dizer que a amava muito. Estas conversas nocturnas começaram a desenvolverem para temas mais quente, começaram a provocar mais desejo e mais tesão. Com grande frequência, estas conversas terminavam em doces momentos de prazer pelo telefone. Um orgasmos de cada lado, e um acumular de muito desejo. Eu adorava ouvir os seus secretos gemidos, enquanto se tocava, e procurava o seu mais profundo prazer., e procurava o seu mais profundo prazer., e procurava o seu mais profundo prazer.

Certo dia, por volta das 22h, ela enviou-me um sms com a mensagem:”Vem depressa a minha casa. É muito urgente”. O que terá acontecido? Fui a correr desde minha casa para ir ter com ela. Quando lá cheguei, ela encaminhou-me para o seu quarto, e disse-me para eu não me preocupar, pois os pais dela foram chamados de emergencia, para reforçar a urgência do Hospital, devido ao surto de gripe.

Quando cheguei ao quarto, ela disse-me para eu me sentar no cadeirão, ela deitou-se na cama, pegou no telemovel e telefonou-me. Porque estava ela a ligar-me se estávamos frente a frente? Mas assim que atendi a chamada, percebi o que ela queria. Eu conhecia aquela maneira de falar, baixinho, excitante e misterioso. Deitada na cama, a sua mão começou a percorrer o seu corpo, o seu peito e a sua barriga, acabando por entrar dentro das suas negras cuecas. Eu comecei a não me conseguir conter, e mais louco fiquei, quando ela decidiu se despir por completo.

Acabei também por me despir, e ficamos os dois nus, frente a frente, pela primeira vez. Os nossos olhos percorriam os nossos corpos, em busca de todos os pormenores, com o objectivo de memorizar tudo na nossa cabeça. Eu estava com um terrivel desejo de lhe tocar, mas não avancei. Não a queria pressionar, tinha de ser ela a pedir.

A nossa conversa continuou, enquanto tudo estava cada vez mais ardente. A Joana retirou de dentro de si, um pequeno peluche, que certamente fazia parte da sua infância, e começou a utiliza-la em busca de prazer. Foi delicioso, quando ela de uma forma suave e calma, se acariciava com aquele pequeno boneco. Com jeito e persistência, e devido ao facto de estar tão excitada, conseguiu o que tanto procurava, deixando as marcas bem visíveis naquele pequeno boneco. Que coisa excitante.

Manipulou aquele objecto quase dentro de sim, em busca do prazer que tanto desejava, e nos instantes antes de o atingir disse-me: “vem, quero sentir pela primeira vez na minha vida, o prazer de um homem a escorrer-me pela pele.” E logo de seguida, quando eu efectivamente lhe ofereci tudo o que saiu de dentro de mim, ela afirmou: “Tão quente, tão bom. Criaste em mim o desejo de sentir todo este liquido a escorrer dentro de mim. Hoje foi o teste final. Não senti qualquer vergonha de te mostrar o meu corpo, e de te mostrar o meu prazer.É melhor te preparares, pois o nosso dia está a chegar.”

Foto: Thomas Kruesselmann (Corbis.com)

Termo de Comparação

Eu ia muitas vezes buscar o meu sobrinho Miguel ao infantário, e o tempo em que aguardava que ele saísse, ficava sem a conversar um pouco com as mais que também ali estavam. Depois de o Miguel sair, eu levava-o sempre vinte minutos, a um parque infantil que existia a caminho de casa. Provavelmente numa conversa entre crianças, o João pediu à mãe para também ir ao parque infantil com o Miguel.

Para mim era óptimo, pois assim enquanto eles brincavam entre os escorregas e os baloiços, tinha alguém com quem conversar. A Carolina era uma mulher adorável, e era incrível a dedicação que ela tinha ao filho e à família. Curioso é facto, como aqueles vinte minutos diários foram suficientes para criarmos uma bonita amizade, e algumas afinidades.

Certo dia, enquanto as duas crianças brincavam, um jovem angolano dirigiu-se a nós, e perguntou-nos onde era a estação dos correios. Naquele momento a Carolina ficou estranha e sentindo aquela alteração de comportamento, questionei-a sobre o que se tinha passado. Carolina pegou-me no braço, e puxou-me até ao banco de jardim, e sentam-nos lado a lado, olhou para mim, e num tom de voz baixo disse-me o seguinte: “-Podes não acreditar, mas até hoje só fiz amor com um homem, o meu marido, e tenho sentido vontade de estar com outro homem, não devia dizer isto, mas o meu marido não é muito dotado, e tenho imaginado como seria com um homem bem dotado. A maioria das mulheres dizem que o tamanho não importa, mas os olhos também comem. Incrivelmente, agora sempre que passo por um homem, olho para o meio das pernas para imaginar o tamanho. Este jovem que agora passou aqui, fez-me subir a pulsação. Fiquei nervosa”

Confesso que fiquei surpreendido com aquela confissão, e de um modo espontâneo, disse-lhe que todas as mulheres com quem eu tinha estado, sempre me tinha elogiado, e dito que o meu era bastante acima da média. Ela olhou-me nos olhos, e fez um olhar de “por favor”, que me deixou sem palavras, e disse-me que amanhã estaria sozinha em casa, durante toda a tarde. Deu-me um pequeno papel com a sua morada, e pegando no filho pelo braço, retirou-se em passo acelerado. Fiquei estático, sem reacção, a olhar para a silhueta do seu corpo a afastar-se, naquela rua movimentada da cidade.

Na tarde seguinte, apareci em casa da Carolina, sem saber bem o que me esperava. Ela parecia que não tinha qualquer dúvida que eu não iria faltar, e arrastou-me para o seu quarto, tirou a sua roupa, e aguardou ansiosa para ver o que eu tinha para lhe oferecer. Os olhos dela brilharam quando viram as dimensões, que em nada se comparavam com o marido. Tocou, sentiu, apertou, provou. Senti no seu dedo, a sua fria aliança de casamento a tocar-me, e isso excitava-me. Puxou-me para junto de si, e deitou-me a seu lado. Ela não estava interessada em beijos, nem carinhos, pois ela o que ela queria mesmo, era sentir tudo a entrar dentro do seu desejoso corpo. Dei-lhe tudo o que ela queria, vezes sem conta entrei e sai por completo do seu corpo, num ritmo forte e intenso, sempre impondo um total contactos dos corpos.

Nos seus olhos estava escrita a palavra “prazer”, e quando ela se sentiu verdadeira satisfeita, quis sentir a descarga do meu quente prazer, e o meu líquido a escorrer no seu peito, de modo a ter algo mais para poder comparar. Depois de tudo o que tinha acabado de acontecer, tomamos um duche rápido, e como em qualquer dia normal, fomos até ao infantário, e logo de seguida até ao jardim infantil.

Enquanto as crianças brincavam, voltamos a sentarmo-nos no mesmo banco do dia anterior, e no mesmo tom de voz de ontem a Carolina disse-me: “-Muito obrigado por me teres realizado este sonho, este desejo e esta fantasia, mas os poucos centímetros a mais, que tiveste para me oferecer, não se comparam com todo o amor que sinto pelo meu marido. O prazer que sinto quando me realizo com ele, é incomparavelmente maior, do que a boa sensação de um grande, bonito e satisfatório pedaço de carne, a entrar dentro do meu corpo, sem qualquer sentimento.”

Foto: Emely (Corbis.com)

Desejo das Índias

Bipasha era minha colega na Faculdade. Os pais eram indianos, e donos de uma grande cadeia de restaurantes, na margem sul do Tejo. Era uma mulher linda, com uma cor de pele que fazia despertar em mim, todos os paladares do oriente. Não era pessoa de muita conversa, nem de dar muita confiança aos colegas, até porque ainda não se sentia muito enquadrada com a nossa cultura, mas era sem dúvida muito desejada por todos os homens, pela sua beleza oriental.

Naquela tarde, recebi uma chamada da Bipasha e estranhei, onde teria ela arranjado o meu número? Bem, pediu-me ajuda, estava cheia de dúvidas numa das cadeiras de matemática do curso, e sabia que eu dominava a matéria. Deu-me a sua morada, e pediu-me que fosse até lá.

Quando cheguei a sua casa, fiquei atordoado com a brutalidade da construção, da sua grandiosidade. Que casa brutal! Toquei à campainha, e ela foi me receber à entrada, convidou-me para entrar, e para meu espanto, naquela sala, que parecia um caminho das Índias, estava sentado o Bernardo, o betinho charmoso da nossa turma. Detestava-o.

Ele conseguia todas as mulheres que queria, com um simples estalar de dedos. Virei as costas, e disse à Bipasha que me ia embora, e fui em direcção à porta em passo acelerado. Ela foi atrás de mim a pedir-me para eu ficar. Pediu ao ouvido “fica por favor”. Bem, há coisas que não sou capaz de resistir, e aquele pedido com aquela voz doce fez-me derreter.

Fui então até à sala, sentei-me ao lado daquele parvo. Bipasha disse para ficarmos à vontade, para conversarmos e para beber qualquer coisa que ela já voltava. O ambiente estava tenso entre os dois. O tempo passava, e Bipasha nunca mais voltava, e vinte minutos depois recebemos os dois, uma mensagem escrita no telemóvel, que dizia:”subam as escadas, tenho uma surpresa para vocês”.

Corremos os dois, e quando chegamos ao quarto de Bipasha, ela estava deitada, nua, amordaçada à cama, com tecidos e artefactos orientais, e estava um lettering em cima da cama, escrito em português e em indiano que dizia:”Uma cama, uma mulher, muito desejo”. Em cada mesa-de-cabeceira estava um copo com água, e três preservativos. Três? Há situações em que um homem não pensa. Começamos a beijar-lhe o corpo, cada um à sua maneira. Ela apenas queria receber, não reagia aos estímulos que estava a receber. Continuava amordaçada, enquanto o seu corpo estava a ser percorrido pelas nossas línguas.

O Bernardo tomou a iniciativa, e foi o primeiro a usar um dos preservativos que estava à nossa espera, entrou bem fundo dentro dela, enquanto eu continuava a chupar aqueles doce e excitantes mamilos, que estavam bem duros, e ressaltavam daqueles peitos perfeitos. Que loucura, ela no meio daquela mordaça que mantinha na boca gemia, gemia muito, e ao fim de alguns minutos, o Bernardo tinha acabado o seu primeiro festival de tesão, agora era a minha vez, e ela estava tão excitada, que o corpo dela não me criou qualquer dificuldade em penetrá-la bem fundo, logo na primeira tentativa.

Ela caminhava para a loucura, revirava os olhos, tinha a pele transpirada. No ar permanecia o cheiro exótico do seu perfume, ela envolveu a minha cintura com as suas pernas, para poder puxar o meu corpo de encontro o dela, ao ritmo que ela desejava, assim era difícil resistir. Tínhamos caído numa cilada de prazer, totalmente planeada por aquela mulher. Enquanto eu continua a entrar dentro daquele corpo escaldante, o Bernardo não perdia tempo, e já estava preparando para voltar a entrar em acção. Ela mesmo depois de estar liberta de todos os artefactos que a mantinham como nossa refém, continuava passiva.

A tarde prolongou-se para a noite, e ainda faltavam muito para terminar. O que terá passado na cabeça da Bipasha para criar uma situação daquelas? Terá sido a primeira vez que ela fez isto? Isto seria um ritual habitual no país dela? Ou seria apenas uma fantasia secreta na sua cabeça? Nunca tivemos coragem para conversar sobre aquela aventura, o que é certo é que aquela mulher, foi a pessoa mais insaciável que alguma vez conheci, queria sempre mais, e mais, e nunca sentia vontade de parar…

Foto: Coneyl Jay (Corbis.com)

Agendamento de Outubro

Com a chegada do Outono caem as folhas, mas não cai o desejo carnal de prazer. Será que o teu prazer vai andar em alta? Eu estou aqui para te ajudar a fazer subir os teus níveis...
Aqui fica a programação das historias do mês de Outubro:
Dia 02 - Desejo das Índias - Uma colega de origem indiana, provocou um momento extremamente quente, com sabor a caril... (reeditada)
Dia 09 - Termo de Comparação - Desejo que uma simples mulher sente, por apenas conhecer sexualmente um homem, o seu marido (nova)
Dia 16 - Sem Toque - Mesmo que a tua namorada queira ir virgem para o casamento, podem viver momentos extremamente excitantes (nova)
Enquanto se aguarda pelas novas história, continua a comentar as mais antigas. Seja positivo ou negativo, é sempre bom receber a opinião de quem lê as histórias. Este blog é alimentado com os teus comentários... Simplesmente

Mãos Magicas

Eu continuava desempregado, e estava a ser muito difícil conseguir arranjar um emprego na minha área profissional. Pelo facto de estar sem nada para fazer, resolvi tirar um curso de massagista, e posso dizer que foi uma experiência que eu adorei. Assim que obtive o certificado com o aproveitamento do curso, decidi colocar um anúncio no jornal, para tentar ganhar algum dinheiro extra, ao subsídio de desemprego. No anúncio, coloquei especificamente que só fazia massagens a senhoras, e efectivamente apenas elas respondiam.

As mulheres que apareciam rondavam sempre entre os 25 e 35 anos. Elas adoravam sentir o óleo no seu corpo, e o dedilhar dos meus dedos. Normalmente quando elas chegavam, eu pedia-lhes que ficassem à vontade, e que se quisessem poderiam ficar totalmente sem roupa, pois era mais fácil para poder massajar o corpo na totalidade. As mais tímidas não tinham coragem de tirar tudo, mas a maioria, não tinha complexos de ficar como vieram ao mundo.

Naquela tarde, como era normal, espalhei o óleo no corpo daquela mulher, e percorri com as minhas mãos, todo aquele corpo. Massajei suavemente os ombros, percorrendo as costas de uma forma discreta e delicada, fazendo apenas sentir a ponta dos meus dedos, tocando em todas as zonas erógenas. As minhas mãos passavam pelo rabo, e desciam pelas pernas, até chegar à zona onde eu gostava de dedicar mais tempo, os pés. Comecei por massajar a sola dos pés, calmamente, e logo de seguida junto aos tornozelos. Depois, dediquei-me a cada dedo, massajando-os e esticando-os. Sempre senti que as mulheres adoravam isso. De seguida, pedi que ela se virasse de barriga para cima, e as minhas mãos começam a subir por aquelas pernas, tocando nos joelhos, e acariciando de uma forma sensual as suas coxas.

O que é certo, é que quando comecei a subir, reparei na forma que aquela mulher estava excitada, e entregue à magia das minhas mãos. O líquido da sua excitação, brilhava nas suas coxas, destacava-se do óleo que lhe tinha colocado, e brilhava de uma forma especial, escorrendo de uma forma intensa. Era a primeira, que uma mulher massajada por mim se comportava assim. Os seus mamilos também se destacavam.

A minha mão tentou recolher aquela excitação, mas o simples tocar do meu dedo ainda a deixou mais em ebulição. Decidi então avançar com a minha massagem, para uma zona que não era habitual, e aplicar uma técnica que tinha aprendido no curso, que era a “Massagem Yoni”. Esta massagem potencia fluxos de energia, que causam espasmos, que se vão intensificando, até se atingir transcendentais sensações de prazer. É uma técnica que activa os principais pontos de prazer, que acaba por desencadear uma interminável cadeia de orgasmos múltiplos. É uma experiencia de êxtase total para uma mulher.

Seria a primeira vez que eu iria experimentar essa técnica, mas mal comecei a tocar nos pontos iniciais para lhe desencadear intensas sensações de prazer, toquei muito provavelmente no ponto mais sensível daquela mulher, o que lhe provocou algo que eu nunca tinha assistido na minha vida, e que era um fenómeno que eu pensava ser um mito, que era a ejaculação feminina. Nunca tinha visto tal coisa. Um jacto de um líquido quente e transparente, saiu de dentro daquela mulher, atingindo o meu rosto e o meu peito, enquanto ela se rebolava de uma forma totalmente descontrolada, a saborear cada segundo de prazer. Aquela mulher ficou uma assídua frequentadora da minha casa, e dizia que eu era dono de umas “mãos mágicas”.

Comecei a usar esta técnica, sempre que me apercebia que uma mulher estava excitada e com vontade de algo mais, e consegui levar muitas mulheres à loucura. Elas adoravam os meus dedos.

Foto: Dex Image (Corbis.com) - Clica para ver Video

Entrada na Faculdade

A Lara vivia apenas com a mãe, e não conhecia o pai. Ela foi fruto de uma aventura adolescente, e a mãe ficou grávida com apenas 14 anos. No entanto, mesmo com a filha nos braços, estudou, licenciou-se, e conseguiu um importante cargo numa das maiores farmacêuticas mundiais. Pelo facto de a diferença de idades entre mãe e filha ser tão pequena, a maioria das pessoas pensavam sempre que eram irmãs, até porque fisicamente, a Lara era praticamente igual à mãe.

Como a mãe se teve deslocar à Alemanha, em trabalho, eu durante esses dias fui sempre dormir para casa da Lara. Eu era mais velho que a Lara, mas ela apesar de ser mais jovem tinha uma maneira de pensar bastante avançada. Aquelas noites foram aproveitadas ao máximo, e dormíamos sempre na cama da mãe, por ser uma cama de casal, e com um colchão de água delicioso.

Naquela noite, eram afixados os resultados de entrada para a universidade da Lara, e fomos os dois ansiosos até à Cidade Universitária, e foi com grande entusiasmos que ela soube que tinha entrado no curso que sempre tinha sonhado. Ficou eufórica, radiante, electrizada. Voltamos para casa e tivemos uma noite tórrida, sem direito a pausas, nem descanso, e muito menos dormir. Ela estava tão feliz e radiante que queria tudo.

Nessa noite, ela pediu-me para entrar dentro de uma zona do seu corpo, onde nunca ninguém tinha entrado. Depois de tanta acção, por volta das 5 horas da manhã, eu acabei por adormecer. Durante o sono, sonhei que tinha sido premiado com uma medalha, pela minha fantástica performance com a Lara.

No dia seguinte, quando acordei, ouvi barulho no quarto e senti o cheiro do perfume da Lara, e sem abrir os olhos disse: “anda, vem aqui para o meu lado, usa a tua boca gulosa para me deixares duro, que eu depois uso a minha língua para sentir o teu doce e quente sabor”. Aquelas minhas palavras funcionaram como uma ordem. Comecei a sentir aqueles lábios a chuparem algo que estava murcho e cansado, e que rapidamente se transformou numa fonte de energia, quente, dura e pronta para tudo. Aqueles lábios quando sentiram que ali já tinham feito o seu trabalho, subiram pelo meu peito, até á minha boca.

Nesse momento, abri finalmente os olhos, e tive a maior surpresa da minha vida: a mãe da Lara. Eu não acreditava no que lhe tinha dito. Eu estava nu, deitado na cama dela. Eu não me lembrei que ela e a filha, usavam exactamente o mesmo perfume. Ela apercebendo-se do meu espanto, colocou o dedo nos meus lábios, dando-me ordem para eu não dizer nada. Voltou a beijar-me, e retirou a pouca roupa que ainda tinha no corpo. Foi fantástico observar as semelhanças que o corpo dela tinha com a Lara.

Foi fantástico entrar dentro daquela mulher, que me confessou ao ouvido: “Liberta este desejo que está dentro de mim, há mais de 5 anos que se vem acumulando, mas nunca encontrei o homem certo para o libertar. Saboreia o meu desejo. Aproveita-te de mim, abusa de mim, devora-me com força, por favor”.

Foi impossível negar este pedido, e aquela cama provavelmente nunca tinha sentido nada tão intenso nem saboroso. Naqueles momentos, senti a verdadeira essência da genética humana, pois os movimentos, os impulsos, as contracções, os gemidos que aquela mulher fazia, eram exactamente iguais aos da filha. Se eu fechasse os olhos, dificilmente conseguiria diferenciar uma da outra. Bem, a diferente apenas foi facilmente notada, quando aquela mulher explodiu de uma forma exuberante. Que loucura, aqueles gritos de prazer provocaram em mim uma violenta e intensa descarga de satisfação, que ele fez questão de saborear, com os olhos a brilhar, e com a língua a percorrer os lábios, tal e qual com a Lara sempre fazia.

No Final, ela ligou à filha dando a notícia que tinha chegado um dia mais cedo, e a Lara disse-lhe que estava na faculdade, excitadíssima e eufórica, toda praxada, a fazer a inscrição no curso, e a viver com grande intensidade, o seu primeiro dia de vida académica. Eu nunca poderia imaginar, que com tão poucas horas de diferença, poderia saborear o delicioso corpo de uma mãe e de uma filha.

Foto: Matthias Tunger /Corbis.com)

Atracção na Discoteca

Naquele sábado, a noite foi para comemorar o aniversário do meu primo Rogério. O Jantar foi animado num Restaurante perto da Avenida de Roma, e a noite foi acabar numa discoteca perto do rio.

A noite estava animada, a pista de dança estava cheia, e existia aquela azáfama de mulheres sexy’s e bonitas, que tão bem caracteriza a noite de Lisboa. Adoro calças de cintura descaída, percingis no umbigo, decotes sensuais, e naquela noite era coisa que não faltava ali.

Eu estava na pista de dança, com o grupo da festa, mas fixei em alguém que fisicamente se enquadrava perfeitamente no ideal de mulher. Morena, olhar sensual, e não era uma mulher exuberante. A sua descrição e o modo de olhar era algo que me atraiam nela.

Eu não parava de olhar para ela, e já tinha sentido que ela, de um modo bastante mais discreto, também já tinha olhado para mim. Ela estava com um grupo de outras mulheres, e entretanto deslocou-se até ao bar, para ir buscar uma bebida. Encostou-se, e debruçou o corpo sobre o balcão enquanto esperava para ser atendida. Que visão, que rabo fantástico acompanhado por uma cintura estreita e perfeita. Fantástico corpo feminino.

Decidi avançar, cheguei perto dela e encostei o meu corpo àquele rabo fantástico, que estava bem empinado em direcção a mim. Ela sentiu-me bem duro, encostado a ela, mas não reagiu. Ela tinha um copo com Safari-cola na mão, e calmamente começou a bebê-lo.

Ela nem reagiu a dois ou três movimentos fortes que fiz com a cintura, de modo a me sentir melhor. Mas ela estava a gostar daquele jogo do rato e do gato, e quando terminou a bebida, pousou o copo, virou-se, ficou olhos nos olhos comigo, e perguntou-me: -Vamos ficar nisto a noite toda, ou tens algo melhor para mim?

Puxei-a e seguimos em direcção à rua, e já no estacionamento, procurei uma zona mais discreta e mais escura para ficar com ela. Ela foi sempre comigo sem dizer uma única palavra. Parei no último carro do estacionamento, bem junto ao Tejo, e deitei sobre o capot do carro. Um Renault Megane cinzento, baixei-lhe as calças e desviei lhe o fio dental, e senti então que muita da sua tesão já lhe escorria pelas coxas...

Ela estava mais do que preparada para me ter dentro dela, foi muito fácil logo na primeira estocada, entrar bem fundo, dentro do corpo dela, e ficar com o preservativo bem molhado. Estávamos demasiado expostos, e em cima de um carro de um desconhecido, mas isso era provavelmente a última coisa que nos estava a preocupar naquele instante. Queríamos usufruir do corpo um do outro, e saborear, a atracção que tínhamos sentido um pelo outro. Era incrível a excitação que transbordava de dentro do seu corpo, escorria nas suas coxas, e dava origem a um barulho sempre que eu entrava dentro dela, mas isso não era obstáculo para nada.

O que se estava a passar entre nós os dois era apenas sexo puro e duro, apenas um comportamento animal, mas estava a ser demasiado forte e apetitoso. Ela estava descontrolada e o corpo dela tremia. Eu não consegui contabilizar o número de orgasmos que ela teve, pois parecia que estava a atingir orgasmos permanentes, até que ela me pediu para pararmos, pois estava a ficar sem força nas pernas. Precisei apenas de alguns segundos para saciar o prazer do meu corpo. Nunca tinha tido uma relação sexual tão intensa e que me desse tanto prazer, e acima de tudo com uma desconhecida.

Entramos novamente na discoteca, e fomos ao Wc, para tentar minimizar as provas do nosso pecado. Dentro da discoteca, nunca mais vi aquela mulher. Não fiquei a saber nada dela, nem sequer o seu nome…

Foto: Fancy (Corbis.com)

Pacto de Verão

A Fátima tinha sido minha namorada, quando fomos colegas na escola secundária, mas entretanto abandonou os estudos, e deixou Portugal, em busca de uma vida melhor em França. Acabou por conhecer Didier e casou-se, e ficaram os dois a viver, perto de Lyon.

Como todo o bom emigrante, durante o mês de Agosto, ela gostava de vir rever os amigos, a família e as tradições do país de origem, e passava 15 dias por cá.

A minha relação com ela acabou de uma maneira que nenhum dos dois sabe explicar, e a atracção nunca se perdeu. Estes 15 dias, nem sempre eram fáceis para mim, tinha sempre vontade de relembrar aquele beijo e sentir o calor daquele corpo.

Nos últimos dias que estavam em Portugal, o casal oferecia sempre um jantar de despedida, no Restaurante “Águia Dourada”, que era dos tios da Fátima. Fiquei sentada ao seu lado. Pouco conversarmos, mas olhávamos um para o outro, esporadicamente, como se os nossos olhos quisessem dizer alguma coisa. Aquele francês que me tinha roubado a mulher que mais desejava, continuava a beber álcool sem controlo.

Num impulso descontrolado, coloquei a minha mão naquela coxa, que a mini-saia deixava descoberta. Ela não reagiu. A minha mão subiu, debaixo daquela toalha vermelha do restaurante, e discretamente, sem que ninguém percebesse a sua direcção.

Acabou por encontrar uma renda quente, muito quente. Até ao final do jantar, os meus dedos já não saíram dali. Ora tocava por cima do tecido, como o desviava e sentia directamente, aquele corpo quente e sempre exemplarmente depilado.

No final da noite, Didier estava de restos. Bêbado, sem capacidade para conduzir, e eu ofereci-me para os levar a casa. Carreguei-o até ao quarto, e o estado dele era tão débil, que caiu na cama sem reacção. Fiquei a sós com a Fátima. Descemos até á sala, e ela ofereceu-me qualquer coisa para beber, e confessou-me ainda estar a ferver depois daquela mão atrevida a ter provocado toda a noite.

Eu confessei-lhe, que em muitas noites de solidão, a minha mão me deu prazer, mas o meu pensamento estava no seu corpo. Ela ao ouvir isto, sem qualquer demora, e com um forte puxão, rebentou-me todos os botões da camisa, e puxou o meu corpo contra si. Cinco anos depois, voltava a ter aquele corpo para mim, e a sentir aquele beijo, mas desta vez os desejos obscenos ao meu ouvido, que ela sempre gostou de fazer, tinha ligeiro sotaque francês. Tudo se desenvolveu rapidamente.

Entrar dentro daquele corpo fez-me rejuvenescer. Com ela, sempre tive prazer de qualidade e em muita quantidade. Não nos largamos, em repetidos momentos de prazer, deitados naquele sofá, em cima da mesa da sala, e a rebolar sobre aquele tapete. Ela queria sexo, não queria amor.

Queria sempre mais força, mais velocidade, mais intensidade. Estava insaciável. Naquela sala predominava o cheiro a sexo e a prazer, que tornava tudo ainda mais intenso.

E foi nesse ambiente de pecado, que ela confidenciou que eu era único homem que realmente a sabia satisfazer, e a levar á loucura, e fazer sentir o delírio do seu corpo. E nesse momento fizemos um pacto, que todos os anos em Agosto, por uma vez que fosse, aquele momento tinha de se repetir.

A atracção dos nosso corpos era mais forte, do que qualquer casamento, união ou sentimento relacionado com amor, era o nosso instinto animal a falar mais alto.

Foto: Aleksandr Lishinskiy

Agendamento de Setembro

Setembro, termina o Verão, acaba a praia e regressa a rotina do dia-a-dia, no entanto a temperatura dos corpos mantêm-se quente. A imagens dos corpos permanecem nas nossas mentes. O meu corpo no teu. O teu corpo no meu. Dois corpos colados, e prazer, muito prazer, desejo, loucura... Aqui fica a programação das historias do mês de Setembro:
Dia 02 - Pacto de Verão - O regresso de uma paixão antiga, obrigou a matar saudades e a efectuar um pacto de verão (reeditada)
Dia 11 - Atracção na Discoteca - Uma doce atracção numa discoteca de Lisboa pode causar um momento inesperado... (reeditada)
Dia 18 - Entrada na Faculdade - Os resultados do ingresso na faculdade, deram origem a uma noite tórrida, e uma temível surpresa pela manhã... (nova)
Dia 25 - Mãos Mágicas - Os dez dedos das minhas mãos tornaram-se mágicos, sempre que tocavam num corpo de uma mulher...(nova)
Enquanto se aguarda pelas novas história, continua a comentar as mais antigas. Seja positivo ou negativo, é sempre bom receber a opinião de quem lê as histórias. Este blog é alimentado com os teus comentários...
Simplesmente

Festa no Minho

Os meus pais todos os anos se deslocavam ao Minho, para assistir às festas de Nossa Senhora da Agonia, em Viana do Castelo. Este ano, decidi acompanha-los. Eles, para fugir da multidão, ficam todos os anos num Hotel, em Monção, bem perto da terra dos meus avós, que viviam em Abedim.

Fiquei fascinado com a simpatia e simplicidade, das gentes minhotas, e logo no primeiro jantar, em terras do Minho, a funcionária do restaurante do hotel, sorriu-me com um olhar que me deixou nervoso. Seria preciso vir de tão longe para uma mulher me deixar a tremer? Os meus pais também perceberam que o meu comportamento mudou, e fizeram referência, que seria giro eu arranjar uma namorada, na terra dos meus avós. No momento de pagar, levei o multibanco, e consegui trocar três ou quatro palavras com ela. Descobri que se chamava Beatriz, e era extremamente simpática e desinibida. Decidi escrever nas costas do recibo do jantar, o meu número de telemóvel e o número do meu quarto. A semana passou, e ela todos os dias nos servia ao jantar, sempre com o mesmo sorriso. Decidi, não tomar mais nenhuma iniciativa, pois não sabia se ela era casada ou se tinha namorado, e também não queria ser abusador.

Na última noite que estaríamos naquele hotel, e por volta das 23h, recebi um sms de um número desconhecido, e com uma mensagem misteriosa. Alguns minutos mais tarde, recebi nova mensagem, que pedia para me deslocar até junto do castelo. Como sou extremamente curioso, assumi o risco e desloquei-me até lá. Quando lá cheguei, vi uma silhueta de mulher junto de uma guarita, era a Beatriz. O que se passou entre nós foi uma forte atracção física. Ela empurrou-me para dentro daquele espaço cheio de história, e beijamo-nos docemente. Mas os nossos corpos queriam mais.

Propus-lhe irmos até ao meu quarto, no hotel, mas ela disse que não poderia ir daquele modo, para o seu local de trabalho. Fomos para casa dela, mas tínhamos de ter cuidado, pois os pais dela já estavam a dormir. Entramos sem fazer barulho, e fomos para o quarto dela. Chamou-me logo à atenção, o facto de ela ter um vibrador em cima da sua mesa-de-cabeceira.

O que é certo é que aquele brinquedo foi uma excelente arma para inicio de festa. Passou com ele no meu corpo e no final, obrigou-me a chupá-lo, como de um homem se tratasse. Nunca o tinha feito, mas senti que ela adorou ver a cena. Aproveitou, que o aparelho estava húmido com a minha saliva, e penetrou-se, querendo me presentear com exibição do seu corpo e da sua sexualidade. Adorei ver, roubei lhe o brinquedo, escondi-o e ofereci-lhe algo que lhe daria mais prazer. Entrei dentro dela, como de uma barra de ferro se tratasse. Duro, rijo e teso.

Ela acabou por se colocar em posição, para lhe dar uma deliciosa canzana. Assim foi, enquanto lhe dava umas boas palmadas no rabo, entrava e saia de dentro dela com força e prazer. Aquela posição prolongou-se, e senti por duas vezes, que as suas pernas tremeram. Senti que era a sua posição favorita. Ela para disfarçar os seus fortes gemidos de prazer colocava o dildo dentro da sua boca, e mordia-o. Eu também não consegui resistir muito mais, e acabamos os dois totalmente exaustos. As marcas dos seus dentes ficaram bem marcadas no seu brinquedo.

E logo de seguida, ela pediu que eu me fosse embora rapidamente. Sai em passo apressado, e acabei por me cruzar com o pai dela no corredor, que me perguntou quem eu era. Não respondi, e comecei a correr sem olhar para traz. Na manhã seguinte, a Beatriz não estava como era habitual, a servir às mesas no Hotel. Ela não me atendeu os meus telefonemas, nem respondeu às minhas mensagens, mas uns dias depois, quando em já estava em Lisboa, recebi uma mensagem no telemóvel: as marcas dos meus dentes neste vibrador, não são tão intensas, como o prazer que deixaste marcado na minha memória, bjs

Foto: Ragnar Schmuck (Corbis.com)

Sorriso no Arquivo

A pessoa responsável pelo arquivo da empresa era a Vânia, uma mulher de poucas conversas, nenhuns sorrisos. Nunca ninguém a tinha visto a sorrir, e isso era efectivamente um tema que era falado por todos. As poucas conversas que se conseguia manter com ela, era sempre de índole profissional, e ninguém sabia nada sobre a sua vida. Ninguém sabia onde ela morava, se era casada, se tinha filhos, etc.

O arquivo central da empresa, ficava situado na cave do edifício, e ela era a única pessoa que lá trabalhava. Eu ficava sempre fascinado a vê-la passar, não tanto pela sua beleza, mas acima de tudo do seu estilo ousado de se vestir. A Vânia adorava vestir-se de branco, situação que muitas vezes permitia que se visse, praticamente na perfeição, e de forma bem definida, a sua roupa interior. Algumas vezes, talvez propositadamente, ela trazia uma lingerie escura, por debaixo de um vestido branco. Todos os homens focavam o olhar naquele corpo.

Naquela tarde, tive de ir fazer um trabalho no arquivo, junta da Vânia. Eu enquanto desci as escadas, vi a Vânia em passo acelerado, a sair do WC. Os meus olhos como sempre fixaram-se naquele corpo, e notaram algo de diferente. Debaixo daquele vestido branco, não existia roupa interior. Desci as escadas sem fazer barulho, entrei dentro do arquivo e escondi-me atrás de uma estante cheia de pastas. Eu tinha de confirmar a imagem que tinha acabado de chegar ao cérebro. Seria realidade ou uma alucinação?

Eu atrás daquela estante, conseguia ver a Vânia sentada na sua secretaria, mas não conseguia confirmar se estava ou não com roupa interior vestida. Entretanto, vi que ela retirou de dentro da sua mala, um baton, e ficou com ele na não, no entanto achei estranho o ruído que aquele simples baton estava a fazer. Ela colocou aquele objecto, cuidadosamente no meio das suas pernas, sempre com aquele ruído de fundo. Foi nessa altura que se fez luz na minha cabeça. Aquilo era um pequeno vibrador com formato de baton, pois eu já tinha visto algo parecido à venda numa sex-shop, e achei bastante curioso.

O mais interessante é que ela com aquele aparelho colocado dentro de si continuou a trabalhar, como se nada se passasse. Decidi sair do anonimato, e deslocar-me até junto dela. Foi fantástico, mesmo com aquele pequeno ruído de fundo, ela nunca vacilou, e comportou-se como se nada tivesse a acontecer, mas a verdade é que ela tinha aquele pequeno vibrador em acção, dentro dela. Ela nunca se levantou daquela cadeira, nem fez grandes movimentos. Eu propositadamente, fiquei junto dela, a recolher alguns documentos de pastas. O tempo começou a passar, e eu comecei perceber que ela estava a ficar bastante inquieta. Não parava quieta naquela cadeira.

Eu comecei a perceber que ela já estava a atingir um ponto sem retorno. Eu olhei para ela, olhos nos olhos, e ela de um forma bastante contida, e controlada, e com os dentes serrados, começou a emitir deliciosos e silenciosos gemido de prazer. Apercebi-me que a sua sensação de prazer estava a prolongar-se, e estava a ser muito intensa.

No final, quando me apercebi que a satisfação se tinha propagado por ondas de prazer, por todo o seu corpo, os seus olhos irradiavam alegria, e ela ofereceu-me um fantástico sorriso, num rosto com as faces rosadas. Estávamos os dois sem palavras, eu não sabia o que lhe dizer, e ela também não.

Ela retirou de dentro de si aquele objecto, com forma de cosmético feminino, colocou-o na minha mão, de forma a eu poder sentir como estava quente, e saiu da sala do arquivo, em direcção WC. Foi nesse momento que eu consegui confirmar, que debaixo daquele vestido branco, efectivamente não existia roupa interior.

Desde esse dia, sempre que eu tinha de ir fazer algum trabalho ao arquivo, ela oferecia-me, o seu doce e carinhoso sorriso, acompanhado do seu habitual ar sensual e misterioso.

Foto: Autor desconhecido (Corbis.com)

À Flor da Relva

A empresa onde trabalhava, recebeu um grande trabalho, na região centro do pais, que me obrigou a passar todo o mês de Agosto, deslocado de casa. Foi sem duvida um mês intenso de trabalho, e sempre com temperaturas muito altas, típicas deste período do ano. Eu fui destacado para a cidade mais complicada, acima de tudo pela movimentação de pessoas e de turistas.

Todos os dias, de manhã e ao final da tarde, cruzava-me na avenida principal, com uns olhos castanhos, brilhantes, expressivos e bem maquiados, que se destacavam de um rosto bonito, e se faziam realçar de um cabelo escuro. Não era uma mulher perfeita, mas enquadrava-se, no meu ideal de mulher.

Numa noite, enquanto eu jantava com toda a minha equipa de trabalho, num dos restaurantes do centro da cidade, vi aquela mulher a entrar, acompanhada por duas amigas. Mais uma vez, o nosso olhar cruzou-se, e fixou-se um no outro, durante alguns segundos. A minha pulsação aumentava sempre que a via aqueles olhos, aquela boca, aquele cabelo. Durante o jantar, sempre que olhava para ela, apanhava-a em flagrante, com os olhos apontados na minha direcção. Não sei se foi coincidência do destino, mas as duas amigas, conheciam alguns elementos da minha equipa de trabalho, e acabaram todos por combinar um encontro num Bar, depois do jantar.

Acabamos por nos encontrar, e foi a minha oportunidade trocar as primeiras palavras com ela. Rapidamente descobri, que para além de bonita e charmosa, era uma mulher interessante e inteligente. O pequeno sinal que tinha junto do nariz, era a cereja no topo do bolo, transformava-a ainda numa mulher mais sensual. Ficamos os dois, horas a conversar sozinhos, enquanto os nossos amigos se divertiam no karaoke e a dançar.

Contei-lhe um pouco da minha vida, do meu trabalho, dos meus objectivos, e fiquei a saber que ela trabalhava no estádio de futebol da cidade, e eu confessei-lhe o meu desejo de criança, de pisar um relvado de futebol. Ela olhou para mim e disse-me com um olhar misterioso: Anda, vem realizar esse desejo

Saímos do bar, sem que ninguém desse pela nossa falta, e fomos até ao Estádio Municipal. Ela tinha as chaves do recinto, e entramos. Eu acabava de realizar um somo de criança, e sentir-me na pele de um jogador de futebol, pisar um relvado com uma baliza de cada lado. Eu estava radiante, corri de um lado para o outro, e no final, depois de simular o festejo de um golo, despi a minha t-shirt, e deitei bem no circulo central, a usufruir do momento. Ela decidiu deitar-se junto a mim, com a cabeça em cima do meu peito.

Naquele momento, mergulhados na escuridão da noite, e no cheiro da relva húmida, os nossos lábios tocaram-se, as nossas línguas saborearam-se, os nossos corpos colaram-se. Ela fez questão de tirar a parte superior da sua roupa, para o seu peito ficar colado no meu. Os nossos corpos rebolavam um sobre o outro, como se tivessem numa cama interminável.

A atracção que sentimos um pelo outro, acabou por dar origem à fusão dos corpos. Entrei dentro do seu corpo, calmamente, saboreando cada centímetro em que a penetrava, sentido a rugosidade do seu interior, e a forma facil que ela estava a receber-me. Adorei percorrer aquele peito com a minha língua. Delirei ficar por completo dentro seu corpo, e decidi completar essa penetração, colocando por completo a minha língua dentro da sua boca. Os meus dedos percorriam o seu couro cabeludo, fazendo a sua pele arrepiar-se, enquanto eu a sentia entregar-se por completo a mim, ao meu corpo, e a tudo o que eu tinha para lhe dar.

No céu, a Lua Cheia ordenou que o prazer se propagasse pelos nossos corpos. Ela sentou-se em cima de mim, no sitio que lhe dava mais prazer, e pedindo-me que eu sugasse o seu peito. O prazer chegou de uma forma simultânea e intensa, deixando os nossos dois corpos exaustos naquele relvado. Naquela noite, aquele estádio assistiu a um verdadeiro espectáculo de desejo, tesão e prazer.

Foto: Ole Graf (Corbis.com)

Mesa de Snooker

Naquela tarde de Domingo, o Jorge convidou-me a mim, e mais dois amigos, para irmos até à casa de férias para jogar snooker, na nova mesa, que o pai tinha comprado, para estar na vivenda da Ericeira. Quando lá chegamos fomos recebidos pelo Jorge e pela Thaís, a namorada brasileira dele. Uma mulher vistosa, alta, loira, com os lábios e as unhas pintadas de vermelho, que o Jorge adorava exibir, sempre que estava com os amigos.

Ele sempre teve a mania de exibir as suas conquistas, e sempre gostou de ter mulheres vistosas e exuberantes. Fomos até ao sótão da moradia, onde estava instalada a mesa de snooker, e jogamos os quatro aos pares, eu e o Jorge, contra o Ricky e o Edgar, ficando claro que a equipa que perdesse teria de pagar o jantar. A Thaís ficou sentada no sofá, de pernas cruzadas, calada, a ver o nosso jogo, e a beber uma Vodka preta.

A meio da tarde, o telefone do Jorge tocou, pois o pai dele tinha feito um corte na mão, e teve de ir à urgência do Hospital. Ele saiu rapidamente, e disse para ficarmos à vontade, que não se deveria demorar, assumindo desse modo a Thaís o seu lugar no nosso jogo.

Era difícil estar concentrado a jogar, pois aquela mulher estava claramente num jogo de provocação. Inclinava o corpo por completo, deixando o rabo bem empinado na nossa direcção, fazendo subir a sua saia, ao ponto de ficar bem visível as suas coxas. Subia para cima da mesa para jogar, num acto perfeitamente provocatório. Tocava com o seu taco, inadvertidamente na nossa intimidades, e muito mais.

O Ricky, com o seu ar clássico de engatatão, e não resistindo aquelas provocações, agarrou-se aquela mulher por detrás, colocou uma mão na sua nádega, e deu-lhe um beijo no pescoço. Ela não se opôs, muito pelo contrário, virou-se e deu-lhe um demorado beijo na boca, enquanto começou a despir as calças do nosso amigo.

Aquela mulher era fogo, e acabou por abocanhar por completo toda a dureza que o Ricky já apresentava. Ele fez-lhe subir a saia, e deitou-a em cima da mesa, e penetrou-a por detrás. Nesse momento, aquela bela brasileira olhou para mim e para o Edgar, e chamou-nos para junto dela, dizendo para nós baixarmos as calças. Ela enquanto continuava a ser devorada pelo Ricky, queria sentir o sabor da nossa excitação, e agarrou-nos com as mãos, alternado a colocação na sua boca.

Naquele momento, ela disse que queria ir sentir todos dentro dela, para no final poder dizer qual o melhor, qual o mais saboroso, qual o mais intenso. Acabamos por ficar os quatro totalmente nus, sem roupa, dando asas a nossa imaginação, seguindo sempre as ordens e os desejos da Thaís. Era incrível, que fazendo sempre o que ela queria, existia sempre divertimento para os três. Tudo era permitido, e ela tinha qualquer objecção à zona do corpo onde a penetrávamos, sempre em cima daquele tecido verde da mesa de jogo.

Ela confessou que esta era uma velha fantasia dela, que era estar com três homens em simultâneo, e logo depois de ela dizer isto, enquanto estava a ser a minha vez de estar por completo dentro do seu corpo, o telefone dela tocou, era o Jorge a dizer que estava despachado, e que ia agora ter connosco. Nunca me tinha acontecido estar dentro do corpo de uma mulher, totalmente excitado e a dar-lhe prazer, enquanto ela falava com o namorado ao telefone…

Pouco tempo depois, ela ajoelhou-se mesmo à nossa frente, e quis sentir o nosso prazer a ser descarregado no seu corpo, em simultâneo, pelos três. De seguida, ela foi tomar um duche rápido, enquanto nós ficamos a reflectir o facto de termos acabado de trair um bom amigo, dando o duro golpe na nossa amizade, mas de outra forma, realizamos uma fantasia de uma mulher.

Alguns minutos depois chegou o Jorge, e não se apercebeu da loucura que tinha acabado de acontecer, na sua própria casa, pois estávamos os quatro, calmamente, a continuar o nosso jogo de snooker.

Foto: Robert Recker (Corbis.com)

Agendamento de Agosto

Durante o mês de Agosto, gostava de receber ideias para novas histórias, e quem gosta de ler os meus textos, pode colaborar num dos próximos, basta falar comigo, e contar-me uma aventura, simplesmente uma fantasia ou um desejo. Eu terei todo o gosto, em tentar entrar na tua imaginação, e escrever um texto que relate esse momento.
Uma das histórias que será colocada durante o mês de Agosto, foi escrita baseada numa conversa e troca de ideias, com uma das minhas habituais leitoras. Troca de desejos, troca de fantasias, e pronto, criou-se mais uma história. Muito obrigado minha querida leitora, que pontualmente vai sendo minha colaboradora, através de conselhos, ideias e desafios...
E qual é a História? Isso é segredo, pois quem colabora comigo tem sempre a confidencialidade garantida, eu garanto.
Aqui fica a programação das historias do mês de Agosto:
Dia 01 - Mesa de Snooker - O que fazer com uma mulher, quando ela está deitada em cima de uma mesa de snooker? (nova)
Dia 07 - À Flor da Relva - Um estádio de futebol vazio e uma noite de Lua Cheia pode provocar sensações fantásticas... (nova)
Dia 14 - Sorriso no Arquivo - História de um surpreendente momento, com a misteriosa colega que trabalhava no arquivo... (nova)
Dia 21 - Festa no Minho - Viajar até Viana do Castelo, para assistir às Festas de Nossa Senhora da Agonia, tornou-se um momento de extremo prazer... (reeditada)
Enquanto se aguarda pelas novas história, continua a comentar as mais antigas. Seja positivo ou negativo, é sempre bom receber a opinião de quem lê as histórias.
Simplesmente

Estrela de TV

Eu estava praticamente a chegar a Lisboa, de uma viagem que tinha feito a São João da Madeira, vinha sujo, cansado e a precisar urgentemente de um banho. Na A8, a auto-estrada do Oeste, junto a Montachique, estava um carro parado com uma mulher sozinha, e eu apercebendo-me do seu desespero, decidi parar para a tentar ajudar.

Era de noite, e estava um vento muito forte, apesar de estarmos no Verão. Fiquei de boca aberta quando me apercebi que aquela mulher era uma vedeta da Tv, conhecida por todos. Ela tinha acabado de sair dos estúdios, na Venda do Pinheiro, mas não conseguia contactar nenhum colega, nem a seguradora para a ajudar a resolver o problema.

Eu ao perceber do seu desespero, ofereci-me para a levar ao hotel onde ela estava hospedada, em Lisboa. Eu adorava aquela mulher, e em casa tinha guardado religiosamente, a FHM, onde vieram as fotos mais ousadas dela.

No meu carro, ela ficou um pouco mais calma, pois acredito que não seja fácil para uma mulher estar sozinha numa auto-estrada, à noite, e sem conseguir falar com ninguém. Ela estava hospedada num Hotel na Avenida José Malhoa, em Lisboa, e quando chegamos, eu parei o carro, e ajudei-a a levar tudo até ao quarto. Já lá em cima, ela apercebendo-se do meu estado de sujidade, convenceu-me a tomar um banho rápido, que eu agradeci, pois não estava nada confortável.

Tomei um banho rápido, e vesti uma roupa mais confortável, e quando sai do wc, para me despedir daquela mulher e regressar a casa, deparei-me com ela apenas em lingerie, deitada na cama. Fique gago e corado. Ela olhou para mim, e apercebendo-se do meu embaraço perguntou-me: o que se passa? Não estás a ver nada mais do que viste nas fotos da FHM.

De facto era verdade, mas desta vez ela estava com aquela roupa, apenas a dois metros de distância de mim. Ela num acto provocatório perguntou-me: O que fazes, e o que imaginas quando olhas para as minhas foto na revista?

Que pergunta me foi ela fazer, pensei em dizer que não pensava em nada, mas estaria a mentir, e ela rapidamente me teria como um mentiroso, e optei por uma resposta sincera, com um tom mais poético, para ela não me imaginar um reles ordinário: Fecho olhos, e imagino que o teu corpo é meu, imagino que te estou a dar prazer, e que estou a usufruir na totalidade do teu corpo, por dentro e por fora. Graças a ti já tive deliciosos e intensos momentos de prazer…”

Ela fez um sorriso de satisfação pela minha resposta, era claramente o que ela estava a espera, mas não deste modo, então olhou para mim e perguntou-me: E agora que estou aqui mesmo á tua frentes, não queres exemplificar comigo, tudo o que vai na tua imaginação, para me fazeres sentir esses teu deliciosos momentos de prazer?”

Bem, aquela pergunta foi o click para ela se agarrar a mim, e cairmos em cima daquele colchão. Eu nunca imaginaria que poderia desfrutar do corpo de uma mulher, que apenas podia apreciar na tv, ou nas folhas de uma revista. Foi primoroso beijar aquele corpo. Lamber as suas curvas. Cheirar os seus recantos. Olhar aqueles olhos. Saborear aquela língua. Ela não era uma mulher fácil de satisfazer, mas dei o meu melhor, e senti que sempre que entrava totalmente dentro daquele delicioso corpo, as suas pernas fraquejavam.

Foi delicioso oferecer prazer a uma mulher daquelas, sim ela foi extremamente extravagante no seu pico de satisfação sexual. Gritou, berrou, contorceu-se, chamou-me nomes e foi ordinária, não parando de dizer palavrões. Depois de tanto prazer, os nossos corpos exaustos acabaram por adormecer em cima daquela cama.

Na manhã seguinte, quando acordei ela já tinha saído, apenas me deixou um papel junto da minha carteira e do meu telemóvel com a palavra Obrigado, mas isto nunca aconteceu, foi só imaginação tua. Nunca contei esta história a ninguém, pois acho que ninguém iria acreditar, mas guardo religiosamente aquela pequena folha de papel…

Foto: Peter M. Fishe (Corbis.com)

O Cheiro da Margarida