* Noite de Natal



No ano passado, fui pela primeira vez passar o Natal em Mogadouro, em Trás-os-Montes, na casa dos avós da Catarina. 

Nunca tinha vivido esta época do ano num sítio com tantas tradições, nem com tanta gente. Aquela casa estava cheia de pessoas, os pais, os avós, os tios e os primos e os sobrinhos. No meio daquela confusão, eu não conseguia estar com ela, e até um simples beijo era motivo para comentários de alguém. 

No nosso quarto, dormiam mais dois primos dela, em dois colchões que estavam no chão. Era quase impossível acontecer algo entre os dois.

Na noite da consoada, a Catarina vestiu uma roupa de “Mãe Natal” para ser ela a fazer a distribuição de prendas. Ficou linda. 

Aquele vermelho fez destacar os seus olhos negros na sua pele muito clara. Eu adorava aquela mulher, e momentos depois do jantar, consegui arrastar a Catarina, e fechei-a no Wc comigo. Disse-lhe que andava desejoso por fazer amor com ela. Ela abriu muito os olhos, e disse que sentia vergonha por a casa estar cheia de pessoas da família.


Depois da distribuição dos presentes, eu e a Catarina estávamos sentados no chão, afastados da lareira mas tapados com um cobertor, para nos protegermos do frio, e mesmo ao nosso lado estavam os primos dela, com quem tivemos a conversar praticamente durante toda a noite. 

Pelo facto de estarmos tapados, e ela estar com aquele vestido, comecei a provocar. A minha mão começou a subir pela sua perna. Sei que estava excitada pelo calor que sentia no seu corpo, e pelo facto de senti-la molhada. Consegui desviar a sua roupa interior, e senti a sua intimidade em contacto com a minha mão.

Nessa altura, chegaram junto de nós, os dois primos mais novos dela, para nos mostrar os brinquedos que tinham ganho de presente. Que altura inconveniente. Ela levantou-se e foi a passos largos para o quarto. 

Senti que ia descontrolada. Fui atrás dela, mas quando lá cheguei, estavam as tias dela a conversar, que ainda por cima retiveram-me, pedindo-me opinião sobre algo sem qualquer interesse.

A Catarina desapareceu. Quando me consegui libertar das tias dela fui procura-la, e encontrei-a, no Wc. Bati à porta, e ela abriu. Ela estava a tocar no desejo que eu lhe tinha provocado. Peguei nela, sentei-a no lavatório. Meti-me de joelhos, e ela de uma forma natural assentou as suas pernas nos meus ombros. 

Aquela posição obrigou a minha língua a funcionar, e muito. Imagina a língua de um cachorrinho em movimentos rápidos, e saberás exactamente o que eu estava a fazer.

Foi a situação ideal para entrar dentro daquele corpo. O nosso desejo era tanto, que nem o facto dos pais dela e os tios estarem a conversar mesmo à porta do Wc, nos fez parar. 

Ela com as suas pernas a envolver a minha cintura, puxava o meu corpo para dentro do dela e sussurrava-me ao ouvido: “tudo, dá-me tudo, quero tudo dentro de mim, bem fundo, marca este Natal no meu corpo. Sente a magia e a força da tua mãe natal… e come-me por completo… o meu corpo é a tua deliciosa consoada de natal… sente o meu sabor, por favor…”

Aquele pedido não podia ficar sem resposta, e enquanto no corredor, toda a família se preparava para a “missa do galo”, e procurava e chamava pela Catarina, eu estava dentro dela, e respondia ao seu sussurro: “és uma safada, uma tarada, uma louca… mas eu adoro-te e vou comer-te toda, bem fundo, vou-te retraçar, vou-te devorar, até porque o teu corpo é meu… vou usar e abusar… e vais sentir-me a ferver dentro de ti, como se eu fosse uma barra de ferro em brasa, pronta para derreter o teu desejo…”

Eu não fiquei sem resposta: “podes tentar fazer o teu melhor, mas o meu desejo não derrete nem desaparece… sabes bem que sou uma mulher insaciável… para mim, o fim de um orgasmo, é o primeiro passo para o seguinte…” A casa ficou vazia, pois toda a família já tinha ido para a igreja. 

Eu e a Catarina, quando percebemos que éramos os únicos, fomos a correr em direcção à igreja, para ninguém notar a nossa ausência, e ficamos sentados na última fila, e enquanto o padre falava para toda a comunidade, a Catarina falava-me de sexo ao ouvido: “deliciosa consoada não foi? Ainda te sinto dentro de mim, pois sinto-me a latejar, sabias? Apetece-me mais, estou cheia de vontade, será que vamos conseguir repetir? ” Isto não são propostas para se fazer numa igreja, pois não?

Foto: Pinto (corbis.com)

4 comentários:

  1. Estou curiosa para saber se conseguiram repetir :)

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  2. Não são mesmo !! ahahah
    Adorei as palavras atrevidas que lhe disseste ao ouvido :)

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  3. Bom dia amiga!!!Vim desejar a vc um Ano Novo
    de muitas virtudes e alguns pecados suaves
    e bem aproveitados.

    Beijosssssssssss

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