Meu Sofá Preto


A Mónica é uma mulher, que antes de me conhecer, apenas tinha mantido relacionamento com outras mulheres, no entanto, eu consegui inverter essa tendência na sua vida. Eu adorava e ficava fascinado, sempre que ela me contava aventuras, e pormenores, de momentos mais quentes, que tinha vivido com outras mulheres. 
Sempre que estava com ela, imaginava o que ela tinha vivido com outra mulher. Uma noite, depois de termos desfrutado do corpo um do outro, a Mónica, encheu-se de coragem, e confessou-me, que pontualmente me traia com a ex-namorada. 
Eu, para ser sincero, não fiquei incomodado com tal confissão, antes pelo contrário, sugeri mesmo, que gostava de assistir a uma traição das duas, ali mesmo na minha casa. Eu já tinha percebido que ela sentia-se mais realizada com outra mulher, do que comigo.
Combinamos um jantar a três. Depois do café, sugeri que fossemos até minha casa, para poder conversar mais um pouco. A Mónica sabia perfeitamente o objectivo daquele convite, mas a Lucy não. O álcool foi óptimo para as deixar mais desinibidas. A Mónica tinha me avisado, que eu só poderia assistir, porque a Lucy não se sentia minimamente atraia por homens. 
Sentei-me na mesa da sala, com o portátil, com a desculpa, que tinha um trabalho para terminar, e deixei as duas à vontade no sofá, numa conversa animada, a reviver os bons momentos de prazer, que já tinha vivido as duas: - Lembraste, quando eu te tirava a roupa sem usar as mãos, só com a boca?ehehe, não me lembro, mostra-me lá com é que fazias.

Squirt à Portuguesa

Em Portugal também existem mulheres capazes de Squirt... basta procurar...

* Jogo Perigoso


Com a mudança da hora, começava todos os anos as nossas saídas nocturnas às sextas-feiras à noite.
Esta ia ser a nossa primeira noite do ano, e quis provoca-la, e queria saber até que ponto ela queria voltar a entrar no jogo... Pedi-lhe que ela vestisse a roupa mais sensual e provocatória que tivesse. Ela alinhou. Íamos repetir a brincadeira que nos tinha proporcionado uma fantástica noite de amor no ano anterior. Um Top branco, sem soutien e uma mini-saia de ganga em que ao mínimo movimento deixava bem visível o fio dental, foi a roupa escolhida por ela.

Quando chegamos à discoteca eu sentei-me no bar e pedi-lhe que fosse dançar para a pista. Pedi-lhe que fosse muito provocadora. Rapidamente um rapaz mais novo que ela se aproximou, e começou a dançar com ela. Ela percebeu a minha intenção e partiu para o ataque. 

Ela estava a oferecer-se aquele rapaz, ele colou o corpo ao corpo dela, mexia-lhe nas coxas, passava-lhe a mão pela barriga. Eu, mesmo à distância que estava, conseguia notar o volume da sua tesão nas calças, ela também lhe passava a mão pelo corpo e quando ela sentiu que ele estava a ficar louco, veio até mim, beijou-me na boca e pediu uma bebida.

Ela confessou-me que este é um jogo muito perigoso, que fica demasiado excitada e tem medo de perder o controlo, mas eu disse para ela não se preocupar porque eu assumia o risco. Ela voltou para pista, e desta vez um negro, alto, com um corpo bem definido chegou-se junto dela e não perdeu tempo e colou o corpo ao dela, e apertou-lhe bem o rabo, eu sabia que isso era uma coisa que a deixava louca, e percebi que ela se estava a entregar.

Transito na Ponte


Domingo de manhã e o destino era a Fonte da Telha. Éramos quatro casais, e seguíamos em dois carros, mas o facto de sermos casais, não implicava que existisse relacionamento entre nós. Eu fui no carro do Zé Manel, no banco de traz, ao lado da Letícia, a irmã mais nova dele.
Ela era bastante mais nova do que eu, mas sentia-se muito atraída por mim. Já me tinha confessado isso várias vezes, e não perdia a mínima oportunidade para me fazer cair em tentação. Eu admito que ela não me era indiferente, mas era uma miúda 8 anos mais nova do que eu, e sobretudo irmã do meu melhor amigo. Pele bronzeada, adepta de Body Board, excelente aluna, uma forma física irrepreensível e uns temíveis olhos rasgados que se destacavam por entre umas longas pestanas.
O trânsito estava lento, os acessos à ponte estavam difíceis. Na rádio conseguimos ouvir que um acidente estava a bloquear duas faixas de rodagem na Ponte 25 de Abril. Eram 9h20m da manhã e o calor estava a apertar, e acabei por tirar a minha t-shirt e fiquei apenas com os calções de banho. Letícia, também já farta do trânsito, acabou por se deitar, pondo a cabeça sobre o meu colo. Eu, inocentemente, e num acto de carinho, acariciei-lhe o cabelo e senti que ela relaxou…
Ela discretamente, enquanto eu lhe fazia um “cafuné”, rodou a cabeça para baixo, e nos meus calções, começou a dar-me pequenos beijos. O meu corpo reagiu. Fiquei duro e arrepiado. Acabei com o “cafuné” e agarrei-lhe o cabelo com força. Eu não queria que aquilo acontecesse. Mas ela estava imparável, e entrou com mão dentro dos calções, subindo pela minha perna, e agarrou-me com força. No banco da frente, o Zé Manel e a namorada discutiam sobre assuntos profissionais, um assunto muito desinteressante.

No ônibus 1111...

Eu como gosto de festejar momentos especiais, hoje decidir fazer uma surpresa a todos, com uma história extra... uma historia escrita por uma das minhas leitoras...

Este Blog está a comemorar o interessante numero de 1111 Seguidores, e desta forma decidi brindar todos os meus leitores com uma história extra que me chegou do Brasil, da minha leitora especialmente secreta...  
 Vamos voar com ela nesta viagem?

Obrigado a todos... e próxima viagem: "Ônibus 1111"


 
Este é um conto de terceiro, de terceiro!
É uma história real de uma amiga minha, que resolvi transformar em conto erótico! Para ser publicado, lá, no além mar de Portugal! \o/
 
Bem, essa amiga é daquelas mulheres que podemos chamar de mesmo, erótica! Uma morena de 22 anos, baixinha, todo seu crescimento foi pro bumbum. Ah, isso, esse bumbum enlouquece os homens! De calça, de biquíni, de vestido, não há homem que não olhe, não há homem que não queira!


Somos brasileiras! No Brasil, talvez mais que em outros lugares, um bumbum grande é algo muito valorizado!
O dela é realmente empinado, duro e carnudo e por conta desse bumbum ele leva pra cama os melhores homens de todas as baladas que freqüentamos! Os mais sexys, sarados, gostosos, todos querem levá-la pra cama, e levam.


Ela é dessas mulheres que podem ser mesmo chamadas de ninfomaníacas...
Aliás, nós duas somos exemplos, que sim, mulheres pensam em sexo tanto quanto os homens, mas isso é outra história.

Ocorre que eu separo muito o plano da fantasia (sexual) e o da realidade, e desde que me conheceu tenho, confesso, tolhido os impulsos sexuais dessa amiga.

Foi assim, que com essa energia sexual recalcada e meio abatida por uma desilusão amorosa, ela resolveu fazer uma viagem da cidade onde moramos, Salvador – Bahia, para nossa região de origem, a paradisíaca Chapada Diamantina.

Escolheu, como ela disse, intuitivamente, a poltrona 25. E eis que ao entrar no ônibus se depara com um homem moreno, alto, forte, usando óculos escuros e ouvindo música nos fones de ouvido.

Ele a tarava com os olhos, o que normalmente acontece, de frente, suas coxas grossas, de contas, seu bumbum sexy. Tem um detalhe importante a salientar, ela tem olhos de puta, olha com cara de sexo e faz isso como ninguém. O tipo de mulher que vai de vestido sem calcinha para a faculdade, só pra provocar! E não isso não é fantasia, ela existe.

Ele puxa conversa, e até descobrem coisas em comum, por exemplo, o gosto musical por música eletrônica. A poltrona ao lado dela vazia. Ele se oferece para se sentar ali, pra dividirem os fones de ouvido.

A conversa se intensifica e com ela o desejo, um beijo roubado.... Mas são interrompidos pelo itinerário, a viagem é longa, e são obrigados a descer numa cidade para jantar. Agora, mais iluminados ela não cessa com seu olhar de quem quer dar, ele a despe com os olhos de quem quer fudê-la.

Ela vestia um vestidinho leve, floral e um sobretudo jeans, o que facilitaria bastante o que ainda estava por vir.

Mal entraram no ônibus e ao apagar as luzes se entregaram, como se ali não estivessem, ou talvez, a possibilidade de serem notados os excitasse mais.

Ele a masturba daquele jeito que ela a muito ansiava, e ela solta o prazer contido, gemendo e falando obscenidades ao seu ouvido, “eu estava louca de tesão”, foi o que ela me disse outro dia no bar de muitas de nossas aventuras, pouco antes de estar no canto da parede se amassando com um dos caras mais sexys da noite.

Como uma moça educada, ela retribui a masturbação e o cheiro e o som do quase sexo incomodam o homem que com certeza faria mais meu tipo, acompanhado apenas de sua literatura. Eles param um pouco, mas a excitação é maior e por fim, se entregam ao tesão que não se punha a cessar.

Ele coloca a camisinha e a penetra ali mesmo, pouco importando se alguém ver, aliás, talvez quisessem mesmo serem vistos, já que o ônibus de 45 lugares, tinha apenas 03 poltronas vazias.

E satisfeita, ela me reitera a pouco no MSN, “foi a melhor sensação da minha vida”.

Eu entendo perfeitamente... Eu entendo a intensidade de realizar uma fantasia sexual...

Eu sei bem o que é pensar em sexo o tempo todo! E consigo imaginar o quanto deve enlouquecer um homem aquela morena gostosa de quatro... Hummmm.....

Contos Eróticos de Portugal...


Aqui encontras imaginação, num blog repleto de Contos Eróticos de Portugal... textos quentes onde tu podes sentir-te protagonista... é bom sentir o desenrolar da história, até chegar ao momento de prazer supremo... um delicioso orgasmo...

Aqui podes sentir o verdadeiro Erotismo Português... mergulha no Simples Atracção...

Uma garrafa de licor e três copos



No ar uma música romântica, a casa totalmente invadida por velas de cheiros exóticos e no móvel da entrada uma garrafa de licor e três copos. Três? Foi a pergunta que surgiu.

Dirigi-me ao quarto de onde ouvi chamar pelo meu nome e fui incrivelmente surpreendido com a imagem da Carolina com outra mulher. Despiam-se uma à outra, acariciavam-se e beijavam-se. Chamaram-me para junto delas…
A Carolina beijou-me na boca e sussurrou-me ao ouvido que esta era a sua prenda por estarmos juntos à um ano e ela se sentir muito feliz comigo. Enquanto isso, a nossa convidada ia me despindo. Assim que fiquei nu, não perdi tempo e deitei a nossa convidada sobre a cama. 
Chupei-a, lambi-a, saboreei-a. Senti que ela estava bem viva, quente e desejosa, tudo isto sempre debaixo do olhar atento da Carolina. Não fazia ideia quem seria aquela mulher, mas naquele momento era o que menos importava. Ela quis-me então beijar na boca para sentir o seu sabor mais íntimo, na minha língua e nos meus lábios.
De seguida, elas deitaram-me na cama, e uma de cada lado, quiseram testar a minha rigidez com as suas línguas. Alternavam lambidelas, dentadinhas e chupadelas com linguados intensos entre as duas.

Inquerito Sexual

São 7 simples perguntas que estiveram à disposição em www.netlog.pt... e para meu espanto tiveram muito mais adesão por parte das mulheres do que dos homens, no entanto fiz uma selecção das respostas mais interessantes e ai estão elas... Aqui mesmo no vídeo em baixo...

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A Mala Surpresa no Dia dos Namorados


Era dia dos namorado mas não tinha nada combinado com ela, então decidi ir busca-la a casa dos pais depois de jantar para namorarmos um pouco. Passei em casa dela por volta das 21h e ela vinha muito bonita, roupa sensual, bem maquilhada e com um saco de viagem. Questionei sobre qual o seu conteúdo, mas ela ficou calada e não me respondeu.
Fomos até ao “nosso barzinho”, eu bebi dois shot's e ela bebeu apenas um, mas foi o suficiente para ficarmos os dois demasiado quentes, a bebida fez-nos ferver o sangue. Ela pediu-me ao ouvido para a tirar dali. Eu percebi o que ela queria, mas não sabia para onde a levar.
Já no carro, enquanto tentava descobrir um sítio onde pudesses estar verdadeiramente à vontade a desfrutar do nosso amor, ela decide tirar o fio dental, e deu-me a cheirar. Isto não se faz a um homem. A tesão já era tanta, que apesar do dinheiro ser pouco, decidi leva-la a uma pensão que serviu de abrigo a muito casos amorosos que já tinha tido.

Quando lá chegamos ela subiu e levou consigo a “mala surpresa”, quando chegamos ao quarto, fomos tirando a roupa um ao outro no caminho entre a porta e a cama, e já totalmente sem roupa mergulhamos na cama enquanto nos beijamos demoradamente, e nesse momento ela pediu-me para aguardar um pouco, colocou a mala em cima da cama e mostrou-me o seu conteúdo.

Ela tinha ido abastecer-se a uma sex-shop para uma noite que ela queria que fosse especial. Dentro daquele saco havia mel, chocolate líquido, lubrificantes, uma caixa de morangos e um vibrador ainda na embalagem por estrear e uma garrafa de espumante.

Tarde para pensar


Naquela tarde estava com uma terrível vontade, foi mais forte do que eu, arrisquei.
Peguei nas páginas centrais do jornal, escolhi o anúncio e liguei. Atendeu-me uma voz simpática, portuguesa que me explicou tudo o que fazia e os preços... Era perto de minha casa decidi avançar. Passados 15 minutos, estava à porta da Marlene (pelo menos foi o nome que ela me deu, mas que calculo que seja falso). 
Ela abriu-me a porta com roupas reduzidas, mini-saia e um grande decote. Deu-me dois beijos e convidou-me para entrar. Conduziu-me até ao quarto. Rapidamente tirou a roupa, deixou-me à vontade, e ajudou-me a tirar a minha roupa. Beijou-me no pescoço e no peito e deitou-me...
Eu estava nervoso, as minhas mãos tremiam e o coração quase me saltava pela boca. Pedi para ela parar. Queria conversar primeiro com ela. Não consegui ser tão frio ao ponto de chegar fazer sexo, pagar e ir me embora. Ela não se opôs.